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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Copos de café

Tenho guardado em mente
as fotografias que tirei
presente,
do pensador e do beijo,
do meu amor e do seu desejo
tão paciente menina,
desespero que se foi,
sonhos de outrora.
Raiou o sol no pequeno espaço do céu nublado
enquanto o café esfria a cada minuto, no criado mudo
a vida passa como quem passa,
as palavras vão saindo,
e a música vai tocando no rádio de pilhas contente,
ardente deita no teu colo
colorindo a boca
que boca, dos encantos
das flores, que comove
os ais que alegremente rejeita a água do mar,
e que bebem copos de café.


6 comentários:

  1. flutuei agora....

    ^^
    beeijos poeta! amei! *_*

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  2. que esfrie o café.. mais nunca o amor.
    belobelo! flores pra você também seu lindo!

    =*

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  3. És poeta com ou sem café.
    Tens uma escrita sublime e encantadora.
    Sou suspeita pra falar de tua escrita,
    a amo e nunca escondi tamanho amor. ^^

    Flores!

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  4. esse tá demais!!!!rs
    adorei esse poema,gosto de todos que escreve mas esse tem umas coisas subentendidas.algo que não consigo explicar, só sei que gostei e viajei demais nas palavras.
    abraço!

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  5. Muito lindo Bruno.. Amei mesmo.

    Beijinhos

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  6. Só tenho uma duvida: É a musica que vai contente, ou as pilhas do rádio?

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